Aquecimento global ou eco-tretas?


No hemisfério norte falta menos de um mês para que acabe o Verão. O tempo tem estado uma miséria, pelo menos do Algarve para cima. Em Évora, Beja, Portalegre ou Castelo Branco poucos foram os dias em que a temperatura foi além dos 35º C (no litoral então ainda menos). Eu sei que o Inverno foi suave, mas falar em "aquecimento global" com dois verões fresquinhos consecutivos no hemisfério norte, não convence cépticos ideológicos como é o humilde autor deste blogue.
Uma das grandes crenças dos nossos dias é de que o aquecimento global é causado pelos humanos. É uma crença, porque é aceite e é repetida sem se questionarem os factos e as premissas. Como numa doutrinação, a teoria do aquecimento global é até incluída no ensino público obrigatório português, assim administrada a crianças muito novas por políticos que aprenderam a usar a teoria para fins igualmente políticos. Depois, é repetida tantas vezes pela imprensa até se tornar politicamente incorrecto poder aventar-se sequer a posição contrária.
De facto, o fenómeno do aquecimento global alimenta uma indústria assente numa crença neste tipo de fé. Em Portugal, por exemplo, o programa Biosfera, comissionado pela RTP, apresenta-se como um jornal de notícias sobre ecologia, mas na verdade apresenta todo o seu material baseado num dado posicionamento, que é o da associação ecologista portuguesa Quercus. E isso não é nem ciência nem é jornalismo. É propaganda.
Até Patrick Moore, co-fundador e ex-membro da Greenpeace, explica de forma muito clara o porquê da sua saída daquela organização: com a queda do Socialismo, aquando a queda do muro do Berlim, um grande número de indivíduos neo-marxistas reorganizaram-se não à volta de associações políticas mas de organizações ecologistas, como a Greenpeace, e aprenderam a usar a linguagem ecologista para lutar contra o mesmo que lutavam: o desenvolvimento, a modernidade, o capitalismo representado pelas empresas e pelos Estados Unidos.
Esta explicação deu-a no documentário The Great Global Warming Swindle, de Martin Durkin. E este documentário, apesar de não ser perfeito, apresenta-se como o único documento de divulgação duma alternativa ao pensamento ortodoxo actual.
Eu poderia parafrasear mais do documentário, mas proponho o visionamento dos seus setenta minutos, onde cientistas reputados conseguem este pequeno lote de tempo de antena para apresentarem a sua visão actualmente considerada herética. Aliás, sobre este aspecto ainda aponto para o relato de censura por supressão de posições de minorias na Wikipedia, no artigo da CBS, Wikipropaganda On Global Warming. Com a mesma intenção, nos canais onde este documentário passou, choveram cartas e telefonemas dizendo que tal programa não deveria ter sequer sido divulgado.
Pin It

1 comentários: