Bob Geldof reuniu com dirigentes angolanos e ficou sem a carteira.


O cantor e activista social não compreende a polémica gerada pela sua afirmação de que Angola é um país gerido por criminosos, referindo que esta foi retirada do contexto. O mentor do Live Aid referia-se ao encontro recente com governantes angolanos para discutir pormenores de um concerto de solidariedade, durante o qual algum dos presentes lhe terá roubado a carteira. “Diz-se que fazia uma crítica ao regime angolano, mas apenas manifestava o meu desagrado por ter ficado sem os documentos. Ainda por cima, tinha lá os números de telefone do Bono e da Angelina Jolie,” explicou. O cantor acrescentou ainda que, por pouco, não ficava também sem o relógio, surpreendendo o ministro da Cleptomania a deitar-lhe a mão ao pulso e questionando se um país sério terá necessidade de ter um ministro que tutele a cleptomania. Para Osvaldo Nhakula, ministro angolano do Carteirismo, Assaltos e Roubos de Estrada, foi uma calúnia vil. “Os angolanos não tolerarão que estrangeiros ofendam desta forma os seus governantes não eleitos e os que tolerarem terão o seu silêncio comprado com um quilo de arroz”, referiu. O governo angolano pretende provar que não há apropriações de fundos resultantes da imensa riqueza natural do país logo que se conclua a transferência de alguns sacos de dinheiro de uma conta offshore para a mansão que o presidente constrói na baía de Luanda com lingotes de platina a servir de tijolos. Em jeito de represália, Bonga terá já sido convidado a tecer comentários injuriosos acerca da Irlanda natal de Bob Geldof.
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