Caviar e petingas.

Anacleto Louçã não se mistura com as peixeiras

Quando questionado pelos jornalistas sobre o porquê de tal atitude, o novo líder dos intelectuais e proletários terá dito que tal procedimento é uma “questão de princípio”, já que tal contacto “cria uma dinâmica de espectáculo” e parece que o líder partidário pretende um contacto com as pessoas, sem populismo, sendo que é ele que escolhe “as pessoas com quem quer(o) contactar”. Fosse outro líder qualquer e diríamos que há aqui uma forte desconsideração, talvez até discriminação em relação a um grupo profissional. Poderíamos até acrescentar, se fôssemos maldosos, que o líder bloquista mostra a verdadeira essência snobista e elitista da sua agremiação, mas certamente a explicação será outra. Quanto ao espectáculo, faz muito bem o dr. Louçã em recusá-lo, mas a ser assim será que vamos deixar de ver os cuspidores de fogo, malabaristas, contorcionistas, artistas circenses e outros tantos que tanto contribuem para enobrecer a política em geral e a campanha do Bloco, em particular?
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