Forcados de Monforte vencem em Portalegre.
Por ocasião da Feira das Cebolas, realizou-se em Portalegre na passada sexta-feira à noite uma entretida corrida, a corrida do programa de rádio “Três Tércios”.
João Moura ombreou com duas mulheres toureiras, Sónia Matias e Ana Batista frente a toiros da ganadaria de Rio Frio e João Moura. As pegas da noite estiveram a cargo de três grupos de forcados, Amadores de Portalegre, Alter-do-Chão e Monforte.
Poucas palavras servem para descrever o labor do cavaleiro João Moura com o cavalo Merlin na sua primeira actuação desta noite na sua terra natal. Talvez motivado pelas gentes da sua terra e que por si nutrem enorme carinho, o patriarca da família Moura deu show ao lidar de forma soberba um colaborante toiro em que deu lição de brega ligada e templada nos quatro curtos e palmo que deixou.
Ao quarto da ordem o cavaleiro desenvolveu também uma importante actuação frente a um toiro que não se empregava tanto nas reuniões e que custou a Moura um pouco mais de trabalho. No entanto o cavaleiro usou a sua experiência para provocar a investida ao oponente e deixar assim bons ferros curtos.
A primeira actuação de Sónia Matias foi de menos a mais. Nos compridos, as coisas não correram de feição mas logo encontrou sitio nos curtos, deixando bons ferros com uma brega exuberante.
A sua segunda prestação em Portalegre não foi afortunada, a Sónia coube o pior toiro da corrida e custou muito empenho à cavaleira deixar a ferragem da ordem. É lutadora e não deixou os seus créditos por mãos alheias, deixando por entre outros ferros um violino de recurso mas que resultou na perfeição.
Ana Batista foi protagonista de uma primeira actuação sem reparos a fazer. Esteve correcta na brega de colocação do toiro em sorte, nos remates e sobretudo nas reuniões e cravagens dos compridos, quatro curtos e dois emotivos palmos.
A sua segunda prestação foi também de bom nível, com bons ferros e alegria contagiante de Ana. Terminou com um par de bandarilhas de difícil cravagem, em que Ana passou inúmeras vezes em falso. No entanto o publico soube reconhecer o importante labor da cavaleira.
As pegas da noite foram de grande valor. Miguel Zagalo e Nuno Miranda consumaram ao primeiro intento as pegas a cargo dos Amadores de Portalegre.
Pelo agrupamento de Alter-do-Chão foram caras os forcados Sérgio Pires e Pedro Saldanha, consumando também à primeira tentativa as pegas ao segundo e quarto toiros.
Pelo Grupo dos Amadores de Monforte concretizaram pegas à primeira e terceira tentativa os forcados Nelson Catambas e Ricardo Carrilho, respectivamente.
João Moura ombreou com duas mulheres toureiras, Sónia Matias e Ana Batista frente a toiros da ganadaria de Rio Frio e João Moura. As pegas da noite estiveram a cargo de três grupos de forcados, Amadores de Portalegre, Alter-do-Chão e Monforte.
Poucas palavras servem para descrever o labor do cavaleiro João Moura com o cavalo Merlin na sua primeira actuação desta noite na sua terra natal. Talvez motivado pelas gentes da sua terra e que por si nutrem enorme carinho, o patriarca da família Moura deu show ao lidar de forma soberba um colaborante toiro em que deu lição de brega ligada e templada nos quatro curtos e palmo que deixou.
Ao quarto da ordem o cavaleiro desenvolveu também uma importante actuação frente a um toiro que não se empregava tanto nas reuniões e que custou a Moura um pouco mais de trabalho. No entanto o cavaleiro usou a sua experiência para provocar a investida ao oponente e deixar assim bons ferros curtos.
A primeira actuação de Sónia Matias foi de menos a mais. Nos compridos, as coisas não correram de feição mas logo encontrou sitio nos curtos, deixando bons ferros com uma brega exuberante.
A sua segunda prestação em Portalegre não foi afortunada, a Sónia coube o pior toiro da corrida e custou muito empenho à cavaleira deixar a ferragem da ordem. É lutadora e não deixou os seus créditos por mãos alheias, deixando por entre outros ferros um violino de recurso mas que resultou na perfeição.
Ana Batista foi protagonista de uma primeira actuação sem reparos a fazer. Esteve correcta na brega de colocação do toiro em sorte, nos remates e sobretudo nas reuniões e cravagens dos compridos, quatro curtos e dois emotivos palmos.
A sua segunda prestação foi também de bom nível, com bons ferros e alegria contagiante de Ana. Terminou com um par de bandarilhas de difícil cravagem, em que Ana passou inúmeras vezes em falso. No entanto o publico soube reconhecer o importante labor da cavaleira.
As pegas da noite foram de grande valor. Miguel Zagalo e Nuno Miranda consumaram ao primeiro intento as pegas a cargo dos Amadores de Portalegre.
Pelo agrupamento de Alter-do-Chão foram caras os forcados Sérgio Pires e Pedro Saldanha, consumando também à primeira tentativa as pegas ao segundo e quarto toiros.
Pelo Grupo dos Amadores de Monforte concretizaram pegas à primeira e terceira tentativa os forcados Nelson Catambas e Ricardo Carrilho, respectivamente.

O prémio em disputa para a melhor pega da noite foi ganho pelo forcado Nelson Catambas dos Amadores de Monforte pela pega consumada ao 3º toiro da noite.
O hi5 e o Islão.
Podia muito bem ser o nome da nova novela da TVI, mas não (com muita pena minha). O que eu vos queria dizer era isto... vocês tão a ver o hi5 (lê-se AiFai), não tão? Aquela merda onde as gajas põe fotos a mostrar ao mundo o quanto são badalhocas e depois os punheteiros vão lá todos comentar a dizer "Oi gata comia-te exe cu td LOL és msm mt gira adiciona-me no msn bjx". Certo? Agora imaginem países muçulmanos, onde as mulheres tem de andar com aqueles cobertores da cabeça aos pés e a cultura não as deixa serem badalhocas (que é inevitavelmente, aquilo que todas as pitas querem ser). Qual é a pergunta que vos surge de imediato? Exactamente, digam todos comigo "Como será o AiFai duma muçulmana?". Ora eu tenho resposta e posso-vos afirmar... que elas são umas grandes malucas. Vejam-me só isto...
Tão chavala, mas tu tás maluca? Aí com os dedos dos pés todos à mostra. Olha pra isto, sujeita a levar uma pedrada na cabeça. Que ganda badalhoca. Estas gajas só pensam em sexo. TAPA-TE MULHER!
Tão chavala, mas tu tás maluca? Aí com os dedos dos pés todos à mostra. Olha pra isto, sujeita a levar uma pedrada na cabeça. Que ganda badalhoca. Estas gajas só pensam em sexo. TAPA-TE MULHER! 
Olha outra. Daqui a nada tá a tirar fotos com o telemóvel em frente ao espelho com os joelhos à mostra. Ali com o sutiã como quem diz "Olha pás minhas gandas mamas". Esta juventude está perdida. Ainda para mais com um sutiã amarelo, que faz lembrar a estrela do presépio e olhem que estes gajos não gostam nada de Jesus.
Oh... olhem pra isto! Que pouca vergonha. Ali a agarrar o pilar como se fosse uma grande pila. Com a perninha pra cima e tudo. Ali a roçarem-se todas como se fossem umas quengas. Deus me livre! Quer dizer Alá me livre!
E pronto, chegou ao fim mais um momento de estupidez. Fiquem atentos porque muitos mais virão, ou então não, porque vai vir aqui um terrorista e vai fazer queixinhas ao Bin Laden e depois rebenta-me com esta merda toda. Bem paciência... era um favor que fazia à sociedade.
Eu confesso.
Confesso que descobri a razão pela qual a internet é tão importante na minha vida. Não, não é por causa da quantidade de gajas nuas... quer dizer, até é... mas não só. Descobri uma coisa melhor do que o AiFai. É verdade, mas muito melhor, só que não tem raparigas jeitosas aos beijinhos às melhores amigas (todos juntos) OOOHHH! Mas isso não interessa, pois eu descobri o (soam as trompetes) EU CONFESSO. Garanto-vos horas e horas de gargalhadas. Ainda bem que Deus inventou os brasileiros (e as brasileiras, upa upa). Ora vejam lá (eu vou tentar traduzir para português)...
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"Confesso que morro de tesão pela mulher de um amigo meu que sofreu um derrame e está numa cadeira de rodas, todo inválido. É triste."
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"Torturei uma formiga durante horas, até que ela não aguentou e morreu de angústia."
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"Gosto de meter os dedos na paxaxa da minha namorada. É normal?"
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"Eu confesso que morro de medo de balões."
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"Uma vez estava no parque e um baloiço começou a baloiçar sozinho."
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"Às vezes imagino que minha mulher é uma vaca morta, só pra sentir um tesão maior."
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"Confesso que já recebi sexo oral de uma tia e de uma prima. Mas nunca das duas ao mesmo tempo."
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"No outro dia estava a dormir e dei um peido tão alto que acordei assustado com o barulho."
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"Confesso que tenho medo de dormir a noite. O meu avô morreu há 1 ano atrás e ultimamente tenho ouvido algumas coisas estranhas e antes de ontem senti um coisa que me deixou mesmo preocupada. Estava deitada na cama e senti alguém a passar a mão nas minhas pernas e foi subindo até que me beliscou no bumbum. Tive tanto medo que tive de acordar o meu namorado que estava a dormir comigo."
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"Confesso que se Deus fosse um ser humano comum, eu gostaria de matá-lo, mas de uma forma bem violenta."
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"Eu atirei o hamster do meu irmão mais novo pela janela."
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"Minha esposa gosta de comer cabelos, até aqui tudo bem, mas no outro dia vi-a a passar a mão pelos pêlos da xana e depois a comê-los."
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E pronto... tem sido isto a minha vida nos últimos dias. Como diz o outro... é triste. E já agora, quem se quiser confessar, esteja à vontade.
E Deus criou a mulher...noutros tempos.

Esta poderia bem ser uma versão do blog “E Deus Criou a Mulher” no fim do século XIX, início do século XX.

Não são apenas os cidadãos ordeiros os afectados pela "onda de criminalidade violenta" que o país atravessa (de acordo com a comunicação social) e os próprios meliantes começam a acusar a responsabilidade do permanente escrutínio mediático.
Para Mané Balázio, presidente do Sindicato do Crime do Sul e Ilhas: "Até aqui, com as ondas de insegurança, ainda nos íamos aguentando, mas com a promoção a ondas de crime e com até os roubos mais insignificantes a terem cobertura televisiva, começamos a sentir que o país quase nos exige que pratiquemos a nossa arte e nem todos os colegas serão capazes de lidar com esta pressão." A opinião é partilhada por outros líderes sindicais do submundo. O presidente da UACAS (União de Assaltantes, Contrabandistas, Assassinos e Similares), Carvalho da Silva (sem parentesco com o líder da CGTP) refere ainda a mudança de expectativas do público. "Assaltos simples, roubos por esticão ou furtos domiciliares já não impressionam ninguém", refere. "Os portugueses têm visto assaltos com reféns e snipers e utilização de mísseis em carrinhas de valores e começam a habituar-se mal. Além disso, há ainda o problema dos comentários especializados. Tira a piada ao crime saber que cada roubo de caixa Multibanco tem um valor sociológico profundo."
Ignorando as queixas da classe criminosa, o governo esforça-se para mostrar serviço na luta contra a "onda de criminalidade violenta", quer esta seja real ou não. Em breve, será anunciada a entrada ao serviço do primeiro super-herói português, um espécime concebido em laboratório a partir da fusão de qualidades dos nossos dirigentes, nomeadamente: a clareza de ideias de Pinto Monteiro, a simpatia de Rui Pereira, a diplomacia de Mário Lino, o ligeiro atraso mental de Alberto Costa (para mostrar que somos uma sociedade que não discrimina) e a capacidade de José Sócrates para ignorar tudo o que não se enquadre na sua visão idealizada de um país a caminho da perfeição.
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