McCann em entrevista ao Porto da Espada.


O casal McCann deu duas entrevistas exlusivas este fim-de-semana, uma ao Expresso e outra ao Porto da Espada que de seguida apresento:


O que estão a fazer actualmente para encontrar Madeleine?
Gerry:
Contratamos os serviços da Liga Inglesa de Cegos e Amblíopes e estamos a enviá-los em voos da Spanair para os países onde existem pistas.
Que impressão têm do processo? Ficaram chocados com o conteúdo?
Gerry: Eu tenho uma impressão muito má. São fotocópias e acho que já não havia toner aquilo vê-se um bocado aos riscos.
Kate: Eu fiquei chocadíssima com o conteúdo. Vasculharam-nos ao último pormenor e não sabia que o Gerry tinha pé de atleta. Não imagina o que isto fez ao nosso casamento.
Se Madeleine tivesse desaparecido em Inglaterra tinha sido diferente?
Gerry: Humm... sim, creio que estariamos presos e já se tinha achado o corpo da miúda, mas foi em Portugal por isso estamos inocentes e a gaiata foi raptada.
Se tiverem uma pista importante sobre o paradeiro de Madeleine transmitem-na à polícia portuguesa?
Kate: Olhe a única coisa que me apetece transmitir à polícia portuguesa são doenças venéreas.
Confiam nas autoridades portuguesas, depois de serem considerados suspeitos?
Gerry: Confio plenamente na incompetência das autoridades portuguesas.
Tiveram medo de ser presos?
Kate: Tive mais medo das senhoras do interior algarvio. Não sabia que haviam mulheres com tanto bigode até ter passado férias no vosso país.
Ainda acreditam que a Maddie está viva?
Gerry:
Oiça lá, está armado em parvo? Claro que sim!! Acredito nisso, na paz mundial, na inocência do Vale e Azevedo e no Pai Natal.
Mas também não há indícios de que tenha sido raptada.
Kate:
Quer levar um estalo no canto da boca?! Claro que foi raptada por um homem mau e mais não sei quê. Ou queria que eu lhe dissesse que fui eu?
A maioria dos crimes onde as vítimas são crianças são cometidos pelos pais.
Gerry: Olhe, se a miúda estivesse morta eu nem sequer sou o pai e a Kate também é prima-avó da gaiata. De qualquer forma ela foi raptada por isso a questão não se coloca.
Obrigado pela entrevista.
Kate:
Obrigado nada, você disse que me comprava uma Bimby se eu desse a entrevista. São 900 euros!!!

(Des)informação.


Nos últimos tempos tem havido uma vaga de assaltos a tribunais, carrinhas de transporte de valores e bancos. Em alguns foram feitos reféns, um ou noutro terminaram com mortos. Como gosto de ver as coisas pelo lado positivo, diria que tantos roubos já valeram a pena, nem que seja porque ajudaram a melhorar o nível de português dos pivots de noticiários. Quase todos já aprenderem entretanto que se diz encapuzados em vez de "encapuçados".
Fico agora à espera de uma inesperada vaga de circuncidados.

O Hino da Carta Constitucional.


Parte da capa de um velho catálogo com preços de «Hinos Nacionais»
(Foto:
http://www.realcasaportuguesa.org/)
.

Para quem quiser conhecer o último Hino Nacional no tempo da Monarquia pode fazer o download do site : http://monarquicos.no.sapo.pt/hinos/Hino_da_Carta.zip
Mais hinos podem ouvir no site : Portugal Futuro

o "Hino da Carta" foi o hino nacional português entre 1834 e 1910, com a particularidade singular de, letra e música, terem sido escritas por D.Pedro IV.

Mais

O Hino da Carta ainda é tocado em Inglaterra - Sabe porquê'?

Someecards.




Algumas imagens da Festa do Porto da Espada 2008.












Largadas de touros em Porto da Espada - 2008.

Mais uma vitória.

Na foto: GFA Monforte

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deliberou ontem que as estações generalistas podem emitir corrridas de touros antes das 22.30, pois, no entender desta entidade, as corridas de touros não constituem uma influência negativa na formação das crianças ou adolescentes.

Esta deliberação da ERC deve-se a uma queixa de um espectador, indignado pelo facto de a TVI ter emitido uma tourada antes das 22.30, no dia 5 de Junho deste ano, programa intitulado Trinta Anos de Alternativa de João Moura. Recorde-se que, há três meses, o Tribunal de Lisboa proibiu a RTP1 de transmitir uma tourada antes das 22.30, depois de uma providência cautelar interposta pela Associação Animal, por considerar que se tratava de um programa violento.

A Entidade Reguladora justifica a sua decisão por considerar "que as corridas de toiros à portuguesa não constituem, no sentido do artigo 27.º, n.º 2, da Lei da Televisão, programas susceptíveis de influírem de modo negativo na formação da personalidade das crianças ou de adolescentes, não se lhes aplicando, por conseguinte, a imposição de transmissão entre as 22 horas e 30 minutos e as 6 horas, acompanhada da difusão permanente de identificativo visual".

Em declarações ao DN, Azeredo Lopes, presidente da Entidade Reguladora, justificou a decisão da ERC com base na legislação em vigor, que "permite que crianças com mais de seis anos possam assistir ao espectáculo", além de admitir, em certos casos, os touros de morte. Quanto à decisão do Tribunal de Lisboa, Azeredo Lopes justifica que não tem jurisprudência, pois foi "uma decisão para um caso concreto".

Assim sendo, na opinião do regulador, não foram violados os limites que a lei estabelece em relação à liberdade de programação e, por isso, não se justifica restringir essa mesma liberdade. Esta ideia é explícita na deliberação do conselho regulador da ERC, que não reconhece "a existência, no conteúdo do programa em causa, de qualquer elemento susceptível de extravasar os limites à liberdade de programação".

Aliás, neste mesmo documento - que estará disponível no site da ERC nos próximos dias (www.erc.pt) -, a entidade afirma que "as crianças e os jovens são diariamente expostos a influências, desprovidas de arrimo na tradição ou sequer valor cultural, que, de muito longe, são mais violentas e prejudiciais do que as touradas - e nem nesses casos, necessariamente, cede a liberdade de programação".

Mulher - furacão


Criou-se uma invulgar tensão em torno do que a dra. Manuela Ferreira Leite vai dizer hoje, ao meio-dia, em Castelo de Vide. Tal como os furacões e as tempestades tropicais, convém não desiludir os jornalistas, esses novos teólogos da "modernidade" que determinam o que é o bem e o que é o mal.

Totobola.


A Liga de Clubes anunciou hoje um novo concurso destinado a gerar receitas para os tão depauperados cofres dos clubes. Trata-se do totobola do Sporting. Ganha o adepto que conseguir adivinhar a que minuto será assinalado o penalty falso contra o Sporting e em que sector exterior à área terá ocorrido o incidente que não lhe deu lugar. Hermínio Loureiro, presidente da Liga, mostrou-se entusiasmado com o formato e promete, se necessário, criar um sucedâneo destinado a adivinhar em que partes dos troncos do jogador do Sporting batem as bolas que os fiscais-de-linha consideram "extensões naturais do braço". Apropriadamente, o concurso chamar-se-á "É fruta ou chocolate".

Próxima novela da TVI será a história de um brasileiro pobre que se apaixona pela filha do dono do Banco que tentou sequestrar e roubar.


A novela que deverá substituir a novela "A Outra", no horário nobre da TVI, será da autoria de Maria João Mira, que também escreveu Sonhos Traídos, Fala-me de Amor ou Ilha dos Amores. "Calibre 6.35" conta com um elenco de luxo. Rogério Samora será o banqueiro, Diana Chaves será a sua filha e o defesa central brasileiro Edcarlos, dispensado do Benfica, será Clóvis, o sequestrador. Prevê-se uma novela com uma história empolgante, imprevisível e que será abrilhantada pela presença sensual de Rita Pereira e Joana Freitas (snipers dos GOE). Segundo alguns boatos publicados na imprensa da especialidade, o amor entre o sequestrador Clóvis e Diana Chaves poderá estar em perigo depois do mesmo descobrir que é filho do banqueiro e irmão da sua amada.