Este penta não soube tão bem.


O Futebol Clube do Porto foi internado de urgência após violento embate contra o Arsenal. O clube sofreu cinco golos, várias feridas no orgulho e encontra-se ainda em estado de choque, tendo abandonado o relvado com o rabinho entre as pernas mas ainda dentro dos calções. Jesualdo Ferreira aguarda o resultado das intervenções delicadas que visam reconstruir o FCP, e admite alguns erros. “Pensávamos que Pinto da Costa tinha apalavrado a coisa nos leilões de árbitros a que costuma ir, mas pelos vistos a fruta não chegou”, declarou o treinador Os adeptos não param de enviar flores, cartões de melhoras e corações de lisboetas para animar o clube durante a recuperação, mas alguns temem que para a próxima seja pior, já que à meia-dúzia costuma ser mais barato.

Está mesmo aqui ao lado.


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O Papa do aquecimento global....ou alterações climáticas.


Rui Costa pôs Jorge Jesus a orientar a festa de aniversário do Benfica.


Depois de conduzir o Benfica até ao primeiro lugar na tabela e Di Maria até aos 40 milhões no mercado, Jorge Jesus foi ontem o organizador da festa de aniversário do clube da Luz. Com 106 primaveras por festejar, o Sport Lisboa e Benfica aproveitou os dotes de Jorge Jesus na organização de equipas para coordenar e comandar as operações de aniversário. “A gente temos um aniversário para cumprir. Não vai ser fáciles. Não vai ser canjas. Mas a gente ‘tamos preparados para assoprar aquelas velas como o Carlos Martins assopra no balão numa operação STOP” disse Jesus enquanto organizava o losango de empregados para as mesas. Jorge Jesus, que obriga os cozinheiros a saltitar enquanto esperam que o micro-ondas aqueça o prato, já disse que não quer sofrer mais de 7 reclamações até ao fim do jantar. A própria marca de 106 anos tem um significado especial no Benfica de hoje em dia. 106 é não só o número de penaltis falhados por Cardozo como o número de auto-golos que se espera que David Luiz marque ainda esta época.

Candidatura à presidência de Fernando Nobre da AMI confirma que Portugal é uma catástrofe.


Fernando Nobre, Presidente da AMI, apresentou-se ontem como candidato-cidadão à Presidência da República e pretende fazer provar a Manuel Alegre o amargo sabor da cidadania que Mário Soares sentiu nas últimas eleições.
A classe política e jornalística não escondem o seu incómodo por se tratar de uma candidatura que poderá estragar a campanha com valores morais, projectos humanitários e ideias novas.
Mas trata-se de um homem que tem características únicas para ajudar Portugal, como é o facto de ter muita experiência de Terceiro Mundo, saber lidar com catástrofes, ter uma grande sensibilidade para as questões humanitárias e ser especialista em cirurgia geral e sobretudo, em urologia. “Já é hora de alguém meter o dedo no cu deste país, para lhe sentir a próstata”, disse a’O Indesmentível um apoiante de meia idade de Fernando Nobre.

Polvo.


Visto que hoje é dia de polvo na praça, deixem-me falar de outro tipo desta espécie tentacular: o polvo jornalístico. Promovido pelos pseudo defensores/mártires da liberdade de informação/expressão, este é o polvo que resolveu o problema “Santana Lopes”, que está a resolver o problema “José Sócrates” e que resolverá o próximo problema, seja de que partido for. É que, ao contrário do que muitos pensam, isto não é uma questão de partidos ou carácteres. Este polvo não quer saber disso. Apenas está interessado em instituir uma nova ideia de Estado de Direito assente na seguinte trave mestra: todos devemos ser responsabilizados pelos actos que praticamos, excepto eles próprios. Porque quem os tenta responsabilizar está a promover a institucionalização da censura.

Vejo várias demonstrações de rejúbilo pelos acontecimentos recentes, nomeadamente no espaço político de que me sinto mais próximo. Mas, não tenhamos dúvidas: o que acontece hoje ao 1.º Ministro, já aconteceu, noutra medida, a Santana Lopes e acontecerá ao próximo. Portanto, quando vejo os protagonistas políticos a irem atrás desta euforia, só me resta esperar pelo que lhes vai acontecer também a eles. Com mais capacidade do que qualquer outro, este polvo resolve de forma implacável todos os problemas que vão surgindo. E o principal problema é a governabilidade. Não interessa a ninguém! A governabilidade não dá capas chocantes, não vende jornais, não promove estrelas/mártires da liberdade de informação…
Enfrentar este polvo jornalístico revela-se também uma impossibilidade. Hoje ficámos a saber que, pelos vistos, já nem os Tribunais podem ambicionar executar as suas decisões perante esta rede tentacular.
Resumindo: é este polvo que, em parceria com uma face oculta do meio judicial português, nos passou a dizer o que está ou não provado, quem é culpado/inocente, quem pode ou não governar, o que é o interesse público, enfim, a diferença entre o bem e o mal. Quando assim é, o voto passa a ter uma importância muito relativa…