
Este penta não soube tão bem.

Rui Costa pôs Jorge Jesus a orientar a festa de aniversário do Benfica.

Candidatura à presidência de Fernando Nobre da AMI confirma que Portugal é uma catástrofe.

A classe política e jornalística não escondem o seu incómodo por se tratar de uma candidatura que poderá estragar a campanha com valores morais, projectos humanitários e ideias novas.
Mas trata-se de um homem que tem características únicas para ajudar Portugal, como é o facto de ter muita experiência de Terceiro Mundo, saber lidar com catástrofes, ter uma grande sensibilidade para as questões humanitárias e ser especialista em cirurgia geral e sobretudo, em urologia. “Já é hora de alguém meter o dedo no cu deste país, para lhe sentir a próstata”, disse a’O Indesmentível um apoiante de meia idade de Fernando Nobre.
Polvo.

Visto que hoje é dia de polvo na praça, deixem-me falar de outro tipo desta espécie tentacular: o polvo jornalístico. Promovido pelos pseudo defensores/mártires da liberdade de informação/expressão, este é o polvo que resolveu o problema “Santana Lopes”, que está a resolver o problema “José Sócrates” e que resolverá o próximo problema, seja de que partido for. É que, ao contrário do que muitos pensam, isto não é uma questão de partidos ou carácteres. Este polvo não quer saber disso. Apenas está interessado em instituir uma nova ideia de Estado de Direito assente na seguinte trave mestra: todos devemos ser responsabilizados pelos actos que praticamos, excepto eles próprios. Porque quem os tenta responsabilizar está a promover a institucionalização da censura.







