Inácio Ramos Jr. representante de um menino prodígio mexicano






Inácio Ramos Jr. além de Rui Fernandes e de Isabel Ramos, tem mais um toureiro. É representante em Portugal do que já chamam no México, o menino-prodígio do toureio. Tem 10 anos, nasceu em Mérida (Yucatán, México), e chama-se Michel Lagravere, de nome artístico Michelito. Na América, em Espanha e em França conta com a ajuda do seu pai.


Michelito, no ano de 2008, celebrou 61 festejos, cortou 111 orelhas e 29 rabos. Indultou um novilho na Feira de Pachuca (México) onde alternou com Morante de la Puebla, Sebastian Castella, Garibay e El Payo que tomava a alternativa neste dia. Na temporada passada toureou no México, França, Guatemala e Perú, tendo sempre o apoio de todos os alternantes. Pisou praças de grande importância tais como Mérida, Morelia, Guadalajara, Pachuca, Villahermosa, Valladolid, Aguascalientes, Lima (Acho), Hagetmau (França), Arles (França), etc.


Michelito conta neste momento com o apoio de Pablo Hermoso de Mendonza que o quer colocar em alguns cartéis onde ele actue no México devido ao interesse que o jovem toureiro está a despertar entre a aficion azeteca.


Depois do seu primeiro triunfo do ano em Carrillo Puerto onde saiu em ombros, toureará amanhã, dia 11, em Tizimim, dia 18 repetirá em Carrillo Puerto, dia 24 encerra-se com 6 novilhos (concurso de ganadarias) na sua terra, dia 25 em Valladolid e dia 1 e 6 toureará com Pablo Hermoso de Mendoza em Vera Cruz e Puebla respectivamente.


Michelito estará na Europa durante os meses de Julho e Agosto.


Para conhecer melhor Michelito pode clicar nos vários endereços:


http://www.youtube.com/watch?v=HcWcPyT-8pw


http://www.youtube.com/watch?v=jQ7S0S25M3w


http://www.youtube.com/watch?v=EqlyHJwcdm4


http://www.youtube.com/watch?v=KToDRkb-3Ks


http://www.youtube.com/watch?v=0yK8ZWeZRzw – Reportagem para o canal de televisão mexicana Televisa

José Sócrates, um primeiro francamente porreiro.


José Sócrates de Carvalho Pinto de Sousa nasceu no Porto, nos últimos dias do Verão de 1957, filho de um esforçado carpinteiro de linhagem aristocrática e de uma santa mulher. Na noite do nascimento, a coberto da treva, os pais carregaram o plácido rebento sobre a albarda de um jerico e assim transpuseram as montanhas de Trás-os-Montes para o registar como filho legítimo de Vilar de Maçada, concelho de Alijó. Puseram-lhe o nome de um filósofo grego, desejando incutir no rapaz o desprezo pelos sofismas e o gosto pela argumentação. E viram satisfeitas as suas ambições. Aos dez anos, o pequeno viajava pelas aldeias vizinhas, debatendo com os aldeãos e fazendo-os perceber o erro das suas convicções. É celebre a ocasião em que convenceu o proprietário de uma junta de bois de que era, na realidade, o afortunado dono de uma parelha de dromedários, apenas porque os ditos bichos não reagiram quando lhes foi mostrado o retrato de um bandarilheiro e salivaram abundantemente perante ilustração das pirâmides de Gizé. Tamanha inclinação para manipular a percepção pública dos factos da forma que mais o favorecesse levou o jovem Sócrates a procurar realização pessoal na política, filiando-se no primeiro partido que lhe abriu as portas, o Socialista, enquanto ia argumentando e contra-argumentando o seu caminho por entre méritos académicos fictícios, conseguindo convencer alguns (poucos) de ser neurocirurgião e outros (muitos) de ser engenheiro civil. Integrado no grupo parlamentar do partido como arma secreta contra a oposição, recorrendo-se aos seus dotes de torpedo argumentativo apenas em ocasiões de extrema necessidade, conseguiu convencer António Guterres de que era o nome mais indicado para a pasta do Ambiente apenas oito minutos depois de o ter conhecido, narrando-lhe uma retorcida historieta sobre o viço da couve e sua relação com a densidade dos solos. Em 2005, nos bastidores de um debate televisivo, argumentou com Santana Lopes que a sua era maior que a dele e a insegurança assim provocada no opositor valeu-lhe a vitória eleitoral e o cadeirão de primeiro-ministro. Nos tempos livres, gosta de praticar desporto, treinar discursos inspiradores e optimistas ao espelho e jogar Tetris no seu Magalhães, dando contributo pessoal ao choque tecnológico.

Causas fracturantes.

Como sabemos, as diversas esquerdas (da chamada caviar àquela que prefere os tremoços e as sandes de torresmos) pelam-se pelas chamadas “causas fracturantes”.

Curiosamente, duas dessas “causas” excluem-se mutuamente, pela sua génese e principalmente pelos seus efeitos, mas dessa evidente contradição não parecem tomar conhecimento os presuntivos militantes: refiro-me a homossexualidade e a Islão, ou seja, ao apoio cego (e estúpido, já agora) que os esquerdistas devotam a ambas as coisas.

Quando ouvimos ou lemos, por vezes no mesmo texto ou no mesmo discurso, alguém apoiar a “causa palestiniana” (ou árabe, se generalizarmos) e, em simultâneo ou concomitantemente, reivindicar os “direitos dos homossexuais”, o mínimo que podemos sentir é um ligeiro arrepio na espinha: pois esta malta não sabe que o Islão condena liminarmente a homossexualidade?

É espantoso. Mas não saberão eles - ou será possível que realmente finjam não saber - que a “sodomia” (mesmo entre pessoas de sexos diferentes) é castigada com a morte em todos os países islâmicos?

E ainda, note-se, não se trata de uma “simples” condenação à morte, tal como a conhecemos ainda em alguns países ocidentais. Nada disso. Nos países árabes em geral e, em particular, naqueles onde vigora a lei islâmica, os “gays” podem ser executados de quatro maneiras diferentes: por decapitação, por empalamento, por lapidação ou por defenestração; sendo que, neste último caso, a Charia não é lá muito rigorosa, porque não indica em concreto se o condenado homossexual deverá ser atirado de uma janela, de um pátio suspenso ou de um telhado, e ainda por cima não refere expressamente a altura mínima para o efeito.

Isto significa, por conseguinte, já que se trata da forma de execução de “gays” mais popular no mundo árabe, que um indivíduo pode ser atirado tanto pela janela de um 10.º andar como do telhado de um prédio com apenas três ou quatro andares. De qualquer forma, e mesmo dando de barato o referido “vazio legal”, que baralha um bocadinho a coisa, temos que, para todos os efeitos, aquele tipo de seres humanos é de facto lançado no vazio, legal e efectivamente, atirado pelo ar até se esborrachar no chão. Outra lacuna na lei islâmica: não está previsto o que fazer caso alguém porventura não morra imediatamente da queda mas, dado o restante arsenal executório, podemos presumir que - em sucedendo o azar de não morrer à primeira - um indivíduo possa ser “acabado” à pedrada, imediatamente após o embate no solo. Não parece lá muito prático ou curial que o povo circunstante se dê ao trabalho de apanhar o condenado aos bocados, levá-lo de novo escadas acima e despencá-lo do alto outra vez.

Seria talvez útil e prudente, em especial para os próprios, que os esquerdistas se decidissem: ou apoiam a “causa” dos homossexuais ou apoiam a cultura que recomenda a tortura e o assassínio, a lei que prevê a liquidação sumária, os povos que participam na carnificina sistemática e sádica desses mesmos homossexuais.

Direitos dos homossexuais e direitos dos árabes, homossexualidade e Islão, enfim, defender as duas “causas” ao mesmo tempo é que não vos dá jeito nenhum. Em especial se, contra todas as previsões, a segunda delas algum dia vingar no vosso país: perdoareis porventura o grosseiríssimo trocadilho, mas em tal desgraça sucedendo teríeis de estar preparados para altos voos.

Deus queira que tal não suceda. Insh’Allah!



E porque hoje é Sábado...


(via bigfun)


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Cartel de Mourão - 1 de Fevereiro.


Depois de terem sido lançados para o ar vários nomes de toureiros que poderiam compor o cartel para o tradicional festival do dia 1 de Fevereiro em Mourão, o "Porto da Espada" pode avançar em primeira mão o cartel completo para o espectáculo que marca a abertura da temporada.

Assim, estarão em praça o cavaleiro Tito Semedo e o praticante Nelson Limas, bem como os matadores José Luís Gonçalves, Sanchez Vara, Luís Vital Procuna e João Augusto Moura.

As pegas estarão a cargo do GFA de Vila Franca de Xira.

Os touros para esta tarde pertencerão às ganadarias de Murteira Grave e Dias Coutinho.

GFA Montemor.

Os dias da (in)tranquilidade.


Contra todos os prognósticos Soares Franco quebrou o tabu, anunciando que não vai recandidatar-se à presidência do Sporting. Soou a desculpa esfarrapada invocar as «responsabilidades empresariais e sociais» na sua vida como empresário e a falta de um «projecto inovador, para um ciclo de modernização e inovação» impossibilitado pelo insuficiente apoio dos sócios em Assembleia Geral para viabilizar o projecto. Admite-se que a solução de continuidade deve estar assegurada. Provavelmente Rogério Alves, o actual presidente da AG leonina ou Ribeiro Telles. A «guerra» aberta de facções está garantida. Do exterior, perfila-se Dias Ferreira, o das berrarias na taberna do «Dia Seguinte», que também não perderá a oportunidade para aferir o seu capital mediático acumulado nos anos que leva de prestações televisivas.

Moura Jr. operado com êxito.


O cavaleiro João Moura Jr, foi esta quarta-feira operado com êxito à fractura que sofreu na mão direita, na passada segunda-feira em Manizales, quando lidava o primeiro touro do seu lote.

A operação realizada com anestesia geral, durou cerca de 3 horas e foi levada a cabo pelo médico colombiano Julio Sandoval Reyes.

Moura jr vai estar parado cerca de 10 dias, perdendo a actuação de dia 11 em Duitama, estando prevista a reaparição dia 18 em Bogotá.


Pelo olho do campino.

Give peas a chance.