Revivalismo.


Começa amanhã.

Profissional do sexo.


Profissionais do sexo - Como ser prostituta - oficial

MILF da semana.





Momento glorigozo.


"Foi um momento muito duro. Em vinte minutos, puseram-me num avião rumo a uma equipa para onde não queria ir. E claro, tive de ir, apesar de não me agradar".

“Tive três treinadores e dois presidentes. A situação fez-me ficar mais maduro, mas, mal surgiu a oportunidade de ir para o Valência, nem perguntei quanto ia ganhar... Disse que sim”.

No Público.

Parece ridículo? É verdade.


Fanatismos.


Como o que é realmente sério não se discute e é varrido para debaixo do tapete, vai pela blogosfera uma violenta discussão acerca das opiniões de Paulo Rangel sobre os animais, quando o deputado se limitou a dizer o óbvio e, de resto, aquilo que decorre da nossa ordem jurídica: os animais não podem ser titulares de direitos.

Aliás, acrescentaria eu, segundo a nossa legislação não podem ser titulares de direitos os animais e os bebés até às dez semanas de gestação.

Nem mais, nem menos. VLX, no Mar Salgado.

Incorrigível.


«Eu sou, digamos assim, da geração Kennedy. Essa eleição representou já um momento histórico. Lembro-me do debate que houve na América quando, pela primeira vez, um católico se candidatou a presidente.» (José Sócrates ao DN - lido primeiro aqui)

José Sócrates nasceu em 1957. John Fitzgerald Kennedy nasceu em 1917, foi eleito em 1960 e assassinado em 1963. Quando teve lugar o tal debate estava José Sócrates a caminho dos 3 anos.

Tal recordação vale-lhe 3 chateaubriands pelo prodígio de memória e 4 bourbons por não conseguir deixar de nos contar estas estórias.

[Na foto do «Menino de Ouro do PS» de Eduarda Maio, Sócrates entre os seus irmãos na praia da Figueira da Foz, eventualmente no intervalo do célebre debate Kennedy-Nixon no final da época balnear de 1960]

Portugueses descobriram a Austrália?


O investigador australiano Peter Trickett defende que os portugueses descobriram a Austrália 250 anos antes do capitão James Cook. Depois do livro “Para além de Capricórnio”, em que procurou demonstrar a sua tese, o investigador vai agora produzir um documentário televisivo.

O autor acredita que o público irá ter grande interesse no assunto. "A tese da descoberta portuguesa da Austrália tem um bom acolhimento por parte do leitor comum. O mesmo não acontece no meio académico, que acha que não é possível e não pode ser verdadeira, apesar das provas apontadas", disse Peter Trickett à Agência Lusa.

Segundo o historiador, terá sido o navegador Cristóvão Mendonça, por volta de 1522, o primeiro português a avistar as costas australianas, quando navegava na zona por ordem de D. Manuel I. Cristóvão Mendonça procurava a "ilha de Ouro" citada nos relatos de Marco Pólo. 

Peter Trickett fundamentou esta sua afirmação em mapas de origem portuguesa que cartografaram parcialmente a Austrália já no século XVI, tendo-lhe atribuído o nome de "Terra de Java".

Cristóvão Mendonça terá ancorado ao largo da actual Botany Bay, área que cartografou referindo as "montanhas de neve", as dunas de areia branca que ali existiram até serem domadas pela relva de um campo de golfe, segundo declarações do autor.

O estudioso australiano menciona ainda os cerca de 150 topónimos australianos "de clara origem portuguesa" e questiona "que explicação se pode dar para tal?". 

Além dos mapas de origem portuguesa, Peter Trickett aponta o aparecimento em mares australianos de dois potes de cerâmica de estilo português. Um deles foi datado como sendo do ano 1500, o da descoberta do Brasil por Pedro Álvares Cabral, o outro aguarda datação.

Na área arqueológica cita-se também a descoberta de um peso de pesca com 500 anos, em Fraser Island, no Estado australiano de Queensland.

A "ilha de ouro"

A política de sigilo das monarquias ibéricas, designadamente dos reis D. João II e D. Manuel I, e que terá encoberto o conhecimento do Brasil, foi também praticada relativamente a esta "Terra de Java", a Austrália actual, defende o historiador.

Tudo aponta para "uma clara antecipação da descoberta da Austrália pelos portugueses, a mando de D. Manuel I na busca da ilha de ouro". Hoje, a Austrália é o terceiro maior produtor mundial de ouro.

Os meios académicos não aceitam esta tese, ao contrário do que aconteceu com a tese da primazia da descoberta Viking da América do Norte que, após provas arqueológicas apresentadas por Helge Ingsrad, é hoje amplamente aceite.

Para Peter Trickett, "a natureza humana é o que é, não aceita ter-se enganado ou dizer que errou, tanto mais quando se trata de académicos, com teses e trabalhos teóricos publicados sobre o assunto, a terem de admitir que erraram".

Acresce a esta "negação da primazia lusa" o facto de Peter Trickett não ser um académico, vir do meio jornalístico e não universitário.

"É certo que dizem que a tese é errada, insustentável, mas não fizeram até hoje qualquer crítica séria do ponto de vista científico. Penso que acham que a minha tese é difícil de combater e preferem não dizer nada de concreto", sublinhou.

O estudioso afirmou à Lusa que continua a investigar o assunto e que o seu editor projecta editar a obra em Espanha e na Holanda, onde há uma tese que refere que navegadores holandeses terão também avistado costas australianas antes de Cook.

Para Peter Trickett, porém, foram os navegadores portugueses que "exploraram e cartografaram efectivamente as costas australianas, bem como parte substancial das da vizinha Nova Zelândia", com base quer nos mapas, quer nos primeiros achados arqueológicos em meio marítimo.

[Jornal de Notícias]

Dois em cada três políticos nacionais já tiveram erecções provocadas por Barack Obama.



O homem que poderá tornar-se o primeiro presidente negro dos Estados Unidos consegue estimular mais do que a consciência política dos nossos dirigentes, de acordo com estudo encomendado pelo "Porto da Espada" à Tasca do Ratana. E o primeiro a admiti-lo é José Sócrates. O primeiro-ministro confessa que o garbo e a postura de Obama já lhe provocaram algumas erecções de admiração, não sendo uma reacção sexual, mas apenas reconhecimento de capacidades a alguém que diz partilhar a sua forma de estar na política. “São erecções semelhantes às que tenho quando passo horas a ver gravações das minhas intervenções públicas”, explica. E a admiração pelo senador do Illinois não é exclusiva dos que se consideram próximos da sua esfera política. O líder do CDS, por exemplo, também não nega uma erecção ou outra. Paulo Portas diz mesmo que foi Obama a provocar a sua erecção mais intensa desde uma tarde de adolescência na Praia da Carcavelos com uma namorada, que coincidiu com a passagem repentina de uma colónia balnear de escuteiros em alegre corrida. O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, equipara as erecções provocadas pelo candidato democrata à Casa Branca à que sentiu quando apertou a mão a Fidel Castro e Francisco Louçã, do Bloco de Esquerda, confessa ter alguma dificuldade em notar estas reacções por sofrer de uma forma rara de priapismo (condição que provoca erecções persistentes), o que lhe desvia o sangue para a cabeça e origina a sua constante efervescência crítica. Já Manuela Ferreira Leite, presidente do PSD, considerou de muito mau gosto ser questionada a respeito de erecções, mas uma figura destacada do partido, sob anonimato, garantiu que a líder tem o mesmo número de erecções de José Sócrates, sendo estas mais seguras e conscientes do melhor rumo para o país.
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