Tempo extra = Tempo perdido.


O programa Tempo Extra deixou de ser um programa de comentário e análise desportiva para passar a ser um programa de tempo perdido.

Um dos problemas do Rui Santos, artista principal, é que lhe confiaram muito tempo de antena.

Rui Santos tem que ser tipo Mantorras, joga só 10 minutos e chega. No caso deste comentador, dar-lhe mais que dez minutos é pecado, começa a analisar pouco e a utilizar o tempo que tem para atacar quem lhe apetece e defender quem não merece.

Mas lá diz o ditado “Pela boca morre o peixe”.

Outro dia vi o Cristiano Ronaldo levar uma tareia do Rui Santos devido ao empate da selecção nacional com a Albânia, segundo ele, de resto esteve tudo aceitável excepto a entrada de Nuno Gomes que talvez devesse ter sido mais cedo.

É deprimente assistir ás alegações defensivas feitas por Rui Santos em nome de Carlos Queiroz.

Rui Santos é ridículo ao ponto de tentar transmitir com grande confiança no que diz, as ideias do seleccionador nacional como se tivesse falado com ele e este lhe tivesse confidenciado porque pôs fulano “A” a jogar e não “B” ou porque escolheu a táctica “X” e não a “Y”.

Mas mais grave que isto é o facto do senhor não discernir o que é bom do que é mau. Para ele qualquer coisa que Queiroz faça é boa, tem atenuantes ou tem uma explicação benevolente.

Reage exactamente ao contrário da época em que era Scolari o seleccionador nacional.

Scolari fez tudo mal. Queiroz faz tudo bem ou com boa intenção.

Scolari punha a equipa a jogar mal, e não convocava os melhores. Queiroz põe a equipa a jogar bem e convoca os melhores.

Só que… Scolari ganhava jogos e a confiança dos portugueses e Queiroz empata ou perde jogos e com isto, a confiança dos adeptos da selecção.

Não sou um defensor acérrimo de Scolari mas consigo valorizar e reconhecer o que é de valor.

Ao Rui Santos incomoda o sucesso dos outros e tem alvos claramente definidos. Com a saída de cena do Scolari, e o silêncio de Luís Filipe Vieira, resta-lhe aquele que mais prazer lhe dá para a descarga do veneno que o seu organismo produz, o Sporting, passando pelo seu presidente, pelos jogadores e principalmente por Paulo Bento.

Confesso que há muito não assistia ás conversas de Rui Santos ao domingo à noite porque me chateia. Mas não pude evitar a curiosidade de ouvir as barbaridades que se adivinhavam a partir do jogo da selecção nacional com a Dinamarca. E ultimamente acabo de rir com o Gato Fedorento e começo novamente quando mudo para a SIC Noticias.

O programa que me dá prazer assistir neste canal chama-se “Dia Seguinte”, porque aqui há críticas, há alvos, há conceitos e ideias defendidas com as cores dos clubes que as suportam perfeitamente identificadas, não como no “Tempo Extra”, que supostamente deveria ser um programa sério de análise e critica futebolística e sai um programa de fantochada onde um iluminado divaga sem direito a resposta e defende este ou aquele indivíduo consoante a simpatia que nutre por ele.

O grande desafio.


Joaquim Monchique está a gravar uma novela no Brasil, e para o seu papel teve de engordar e deixar crescer um bigode. Segundo o próprio, este é o personagem mais desafiante da sua carreira, porque é a primeira vez que vai fazer de homem.

Desafios para a inovação jurídica.


Poliamor é um novo modelo de relação

Amores múltiplos sem tabus

Relações em “V” e em triângulo

Deve o casamento monogâmico entre pessoas do mesmo sexo ter precedência sobre o casamento em V aberto?

Video dos Contemporâneos lança polémica.

Muito se fala da liberdade de expressão, no entanto na hora de manter esse ideal surgem os primeiros passos para a censura.

Estou-me a referir à queixa que a ACIDI (Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural) recebeu por causa de um sketch dos contemporâneos que reproduzia um casamento cigano gay.

Vidas do Arco da Velha: Bob o construtor.


Bob, o construtor, é hoje um dos nomes mais conhecidos do mundo da animação para crianças, mas a sua vida nem sempre foi um mar de rosas.
Bob nasceu a 4 de Março de 1982 na Baixa da Banheira. Após o seu nascimento, e devido a problemas financeiros, nomeadamente dívidas de jogo contraídas no Bingo da Amadora, os seus pais, Jaime, o abusador alcoólico e Vera, a meretriz, viram-se forçados a emigrar para a Suiça onde aí permaneceram durante 12 anos. Bob, que desde muito cedo mostrou uma apetência voraz para mexer em ferramentas, já tinha aos 5 anos de idade efectuado mais de 80 felácios, o que naturalmente o transformou num caso sério de popularidade entre os apresentadores portugueses de programas de entretenimento dos anos 80 e 90. Inicialmente, estes felácios eram feitos a pedido do pai, que se justificava dizendo que a família precisava do dinheiro porque a mulher já não era a profissional de outrora, mas depois Bob começou a ganhar-lhe o gosto, e habituou-se ao estilo de vida que aquele dinheiro fácil lhe proporcionava. Carros, miúdas, caixas de ferramentas banhadas em ouro de 24 quilates, tudo isto estava ao alcance de Bob, mas como em tantos outros casos semelhantes, o mundo da droga aliciou-o e ele não soube dizer que não. Uma das primeiras consequências da entrada da droga na vida do “construtor”, foi o facto de Bob ter gravado, sob o efeito de cogumelos, um dueto com José Malhoa, que se aproveitou do nome de Bob, para alcançar sucesso junto das comunidades de emigrantes. Durante 3 anos, Bob gravou 4 discos, tendo vendido mais de 67 milhões de álbuns um pouco por todo o mundo, e tendo actuado com nomes tão ilustres como o Poupas ou o Noddy. Não aguentando toda a pressão mediática que lhe pairava sobre os ombros e após algumas passagens menos sucedidas por clínicas de reabilitação, Bob decidiu por iniciativa própria e muita força de vontade, dar um novo rumo à sua vida, e decidiu voltar para Portugal, onde começou a construir com as suas próprias mãos, uma pequena moradia em Loulé. Como não estava ainda totalmente livre das drogas, era normal Bob consumir alguns alucinógenos ao mesmo tempo que trabalhava na construção da sua habitação, e como tal, muitas vezes Bob envolvia-se em diálogos com os materiais de construção e com algumas máquinas, como era o caso da betoneira e da escavadora, que ele dizia serem os seus melhores amigos. Um dia, enquanto Bob cantarolava para uma grua, “eu sou o Bob, o construtor, eu sou o Bob, trabalhador”, um produtor americano que estava de férias no Algarve, passou pela obra, e ficou impressionado com o talento de Bob para a música e simultaneamente para a construção de pequenas habitações com materiais a preços reduzidos. Não demorou muito até que lhe apresentasse uma proposta para ser o protagonista da sua série de televisão, e embora tenha recusado inicialmente, Bob acabou por ceder, e assinou o contrato que lhe viria a mudar a vida. Bob, o construtor, como ficou conhecido, tem hoje 26 anos e apesar de continuar a consumir drogas, a única coisa de que se arrepende de ter feito na vida, é não ter usado protecção daquela vez que esteve com a filha do José Malhoa no final de um espectáculo em Newark, porque segundo o próprio, “desde essa altura nunca mais me vi livre de uma comichão inacreditável no escroto.”

Vintage Photographs.





Falta um quarto para a meia-noite e ainda o orçamento não foi entregue (só a Proposta de Lei). Das duas uma: ou a pen entregue por Teixeira dos Santos só tinha uma folha de rosto ou só funciona nos magalhães (ver o extraordinário comentário do ministro)...

Quanto à versão de que o problema é dos serviços da AR não conseguirem extrair informação da pen "automaticamente", ficamos sem saber então porque disse o ministro, na sua conferência de imprensa, que ainda não podia apresentar hoje o documento aos jornalistas.

Caminhada.