O hi5 e o Islão.

Podia muito bem ser o nome da nova novela da TVI, mas não (com muita pena minha). O que eu vos queria dizer era isto... vocês tão a ver o hi5 (lê-se AiFai), não tão? Aquela merda onde as gajas põe fotos a mostrar ao mundo o quanto são badalhocas e depois os punheteiros vão lá todos comentar a dizer "Oi gata comia-te exe cu td LOL és msm mt gira adiciona-me no msn bjx". Certo? Agora imaginem países muçulmanos, onde as mulheres tem de andar com aqueles cobertores da cabeça aos pés e a cultura não as deixa serem badalhocas (que é inevitavelmente, aquilo que todas as pitas querem ser). Qual é a pergunta que vos surge de imediato? Exactamente, digam todos comigo "Como será o AiFai duma muçulmana?". Ora eu tenho resposta e posso-vos afirmar... que elas são umas grandes malucas. Vejam-me só isto...


Tão chavala, mas tu tás maluca? Aí com os dedos dos pés todos à mostra. Olha pra isto, sujeita a levar uma pedrada na cabeça. Que ganda badalhoca. Estas gajas só pensam em sexo. TAPA-TE MULHER!
Olha outra. Daqui a nada tá a tirar fotos com o telemóvel em frente ao espelho com os joelhos à mostra. Ali com o sutiã como quem diz "Olha pás minhas gandas mamas". Esta juventude está perdida. Ainda para mais com um sutiã amarelo, que faz lembrar a estrela do presépio e olhem que estes gajos não gostam nada de Jesus.


Oh... olhem pra isto! Que pouca vergonha. Ali a agarrar o pilar como se fosse uma grande pila. Com a perninha pra cima e tudo. Ali a roçarem-se todas como se fossem umas quengas. Deus me livre! Quer dizer Alá me livre!

E pronto, chegou ao fim mais um momento de estupidez. Fiquem atentos porque muitos mais virão, ou então não, porque vai vir aqui um terrorista e vai fazer queixinhas ao Bin Laden e depois rebenta-me com esta merda toda. Bem paciência... era um favor que fazia à sociedade.

Eu confesso.

Confesso que descobri a razão pela qual a internet é tão importante na minha vida. Não, não é por causa da quantidade de gajas nuas... quer dizer, até é... mas não só. Descobri uma coisa melhor do que o AiFai. É verdade, mas muito melhor, só que não tem raparigas jeitosas aos beijinhos às melhores amigas (todos juntos) OOOHHH! Mas isso não interessa, pois eu descobri o (soam as trompetes) EU CONFESSO.
Garanto-vos horas e horas de gargalhadas. Ainda bem que Deus inventou os brasileiros (e as brasileiras, upa upa). Ora vejam lá (eu vou tentar traduzir para português)...
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"Confesso que morro de tesão pela mulher de um amigo meu que sofreu um derrame e está numa cadeira de rodas, todo inválido. É triste."
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"Torturei uma formiga durante horas, até que ela não aguentou e morreu de angústia."
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"Gosto de meter os dedos na paxaxa da minha namorada. É normal?"
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"Eu confesso que morro de medo de balões."
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"Uma vez estava no parque e um baloiço começou a baloiçar sozinho."
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"Às vezes imagino que minha mulher é uma vaca morta, só pra sentir um tesão maior."
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"Confesso que já recebi sexo oral de uma tia e de uma prima. Mas nunca das duas ao mesmo tempo."
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"No outro dia estava a dormir e dei um peido tão alto que acordei assustado com o barulho."
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"Confesso que tenho medo de dormir a noite. O meu avô morreu há 1 ano atrás e ultimamente tenho ouvido algumas coisas estranhas e antes de ontem senti um coisa que me deixou mesmo preocupada. Estava deitada na cama e senti alguém a passar a mão nas minhas pernas e foi subindo até que me beliscou no bumbum. Tive tanto medo que tive de acordar o meu namorado que estava a dormir comigo."
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"Confesso que se Deus fosse um ser humano comum, eu gostaria de matá-lo, mas de uma forma bem violenta."
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"Eu atirei o hamster do meu irmão mais novo pela janela."
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"Minha esposa gosta de comer cabelos, até aqui tudo bem, mas no outro dia vi-a a passar a mão pelos pêlos da xana e depois a comê-los."
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E pronto... tem sido isto a minha vida nos últimos dias. Como diz o outro... é triste. E já agora, quem se quiser confessar, esteja à vontade.

E Deus criou a mulher...noutros tempos.


Esta poderia bem ser uma versão do blog “E Deus Criou a Mulher” no fim do século XIX, início do século XX.

Não são apenas os cidadãos ordeiros os afectados pela "onda de criminalidade violenta" que o país atravessa (de acordo com a comunicação social) e os próprios meliantes começam a acusar a responsabilidade do permanente escrutínio mediático.

Para Mané Balázio, presidente do Sindicato do Crime do Sul e Ilhas: "Até aqui, com as ondas de insegurança, ainda nos íamos aguentando, mas com a promoção a ondas de crime e com até os roubos mais insignificantes a terem cobertura televisiva, começamos a sentir que o país quase nos exige que pratiquemos a nossa arte e nem todos os colegas serão capazes de lidar com esta pressão." A opinião é partilhada por outros líderes sindicais do submundo. O presidente da UACAS (União de Assaltantes, Contrabandistas, Assassinos e Similares), Carvalho da Silva (sem parentesco com o líder da CGTP) refere ainda a mudança de expectativas do público. "Assaltos simples, roubos por esticão ou furtos domiciliares já não impressionam ninguém", refere. "Os portugueses têm visto assaltos com reféns e snipers e utilização de mísseis em carrinhas de valores e começam a habituar-se mal. Além disso, há ainda o problema dos comentários especializados. Tira a piada ao crime saber que cada roubo de caixa Multibanco tem um valor sociológico profundo."

Ignorando as queixas da classe criminosa, o governo esforça-se para mostrar serviço na luta contra a "onda de criminalidade violenta", quer esta seja real ou não. Em breve, será anunciada a entrada ao serviço do primeiro super-herói português, um espécime concebido em laboratório a partir da fusão de qualidades dos nossos dirigentes, nomeadamente: a clareza de ideias de Pinto Monteiro, a simpatia de Rui Pereira, a diplomacia de Mário Lino, o ligeiro atraso mental de Alberto Costa (para mostrar que somos uma sociedade que não discrimina) e a capacidade de José Sócrates para ignorar tudo o que não se enquadre na sua visão idealizada de um país a caminho da perfeição.

Não foi pelo subsídio para comprar o Audi?


Se fosse americano...

Já tinha o meu voto!

A menina mais linda que já vi.


Portugal de volta ao tempo das “vitórias morais”?



«Queiroz lançou Moutinho para o lugar de Nani, quando o estado de coisas (Olsen já tinha posto toda a carne no assador) recomendava a entrada de Bruno Alves. Quando Poulsen fez o 2-2, a Dinamarca sentiu-se invencível. E quando Jensen, nos descontos, acertou aquela bomba feliz, que carambolou nas pernas de Pepe, o jogo já tinha fugido das mãos dos portugueses. Por falta de frieza e excesso de empolgamento. Tudo isto, num grande, enorme jogo de futebol. Mas, hoje, poucos, além dos dinamarqueses, conseguirão reparar nisso.»

Aí está ela de novo.


Não imagino porquê.